Júlia sorriu: estava em um país mágico, sem inimigos, onde as rosas desabrochavam mesmo nas rochas!
O barco deslizava mansamente pelas águas.
Fora sorte convencer o capitão do barco para levá-la a seu destino.
Faltavam poucas milhas para chegar, e aí começaria sua aventura: localizar o clã de sua mãe, pessoas que só vira uma única vez quando criança…
Sua ousada decisão agora seria colocada à prova: a Escócia era grande demais, mas algo mais forte que a sensatez, tão vibrante como o amor, dizia-lhe para confiar… Estava de frente para seu destino, e a luta que havia iniciado não admitia derrota.
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